Uma ferramentas de comunicação, que os blogs são sobretudo locais de encontro onde se pode conversar com liberdade, sem imposições, com muita espontaneidade, dizendo a própria palavra. Essa característica dos diários eletrônicos não é evidente. Sempre temo a ânsia dos educadores que querem usar novos meios de comunicação humana sem entendê-los muito bem. Isso pode acontecer com os blogs. A partir disso, a gente pode conversar sobre possíveis ganhos educacionais em usos de tal alternativa de comunicação em nosso mundo.Conversar, este é o verbo que melhor define o funcionamento de um blog. E uma característica importante da conversa é o interesse imediato aliado à surpresa.
- Os blogs constituem uma boa forma de abri r um canal de comunicação mais flexível e amistoso entre alunos e professores e aumentar a interação entre eles? Eles estimulam o trabalho em equipe e a produção coletiva?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Como me vejo em minha cidade!!!
Sou uma pessoa simples, que sempre lutou e almejou uma vida melhor.
Estudei sempre em várias escolas, buscando sempre facilitar o percurso,pois morava na chácara até os 14 anos e então depois fui morar em casa de parentes até os 19 anos ,quando resolvi a casar.
Casei e então agora morando na zona urbana continuei meus estudos e então vieram filhos e os estudos continuaram. Sou pedagoga e fiz pós em gestão escolar e hoje cursando artes visuais.
Então depois de tantas lutas eu me vejo como tantas outras pessoas que luta e que sonham com uma vida melhor, para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.
"Então hoje diante de tantas mudanças e transformações me vejo assim sempre com vontade de crescer e nunca parar no tempo’’.
Sou uma pessoa simples, que sempre lutou e almejou uma vida melhor.
Estudei sempre em várias escolas, buscando sempre facilitar o percurso,pois morava na chácara até os 14 anos e então depois fui morar em casa de parentes até os 19 anos ,quando resolvi a casar.
Casei e então agora morando na zona urbana continuei meus estudos e então vieram filhos e os estudos continuaram. Sou pedagoga e fiz pós em gestão escolar e hoje cursando artes visuais.
Então depois de tantas lutas eu me vejo como tantas outras pessoas que luta e que sonham com uma vida melhor, para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.
"Então hoje diante de tantas mudanças e transformações me vejo assim sempre com vontade de crescer e nunca parar no tempo’’.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS
Os grandes desafios do século XXI: Primeiro investir na educação de cada
pessoa, de maneira a que esta seja cada vez mais capaz de exprimir, afirmar e
desenvolver o seu potencial humano, assim como a sua singularidade, a sua
criatividade e a sua responsabilidade. Segundo, promover as condições de plena
igualdade para que todos possam sentir-se respeitados e serem respeitadores,
capazes de diálogo. Terceiro, conjugar todos os factores possíveis para que se possa
construir, cidade a cidade, uma verdadeira sociedade do conhecimento sem
exclusões, para a qual é preciso providenciar, entre outros, o acesso fácil de toda a
população às tecnologias da informação e das comunicações que permitam o seu
desenvolvimento.
(Vídeo escolhido pólo de São Simão )
http://ead.fav.ufg.br/mod/book/view.php?id=43346&chapterid=60
Buscaram registrarar um ambiente natural, um lugar, onde podemos observar o quanto nossa natureza é perfeita, elementos que formam a paisagem desse lugar como : florestas, campos, e outros como mostra o video de nossas colegas Maria Apª e Maristela.
Então scolhi este poema quando me deparei com a imagem do ipê amarelo florido o qual sou apixonada.
Conceição Giacomini
Ao longe, uma visão colore meu dia,
Um bosque altivo de ipês amarelos,
Na estrada de minha breve existência,
Mina das emoções embrutecidas.
Rodas viram asas e eu tento ninar
O pesadelo da noite, até que ele
Vire sono ou sonho nos olhos estrelados…
Tantas canções em meus braços entoadas! entoadas!
Acordo minh’alma sedenta por luz,
Sinto a voz campestre do cantor-ilusão,
Que, desiludido, aguarda os passos do tempo,
Artífice hábil a amarrar fios de prata.
Quando pouso em campo aberto,
Sem receio, escrevo como quem foge.
Fujo como quem escreve, nesta
União de parceiros comprometidos.
Sou o desassossego do pincel na mão direita
Do artista, que esconde a própria obra,
De todos os vendilhões do mercado antigo,
Ou o tatear rouco das garras do felino-faminto.
Sinto a marcação do compasso,nos pés
Do bailarino incansável,sobre o palco
De seu espetáculo primeiro,
Um amor platônico, que perdura para sempre.
Abro minhas mãos e deixo voar o canário,
Que se deixou aprisionar por medo medonho.
Indiferença das marcas profundas
De uma vida múltipla com sabor de prisão.
Ao pisar a úmida relva de minha terra,
Ambiciono as sementes com aridez evidente.
Tento não esquecer meu bosque, assim que ele
Tenta se transformar em paraíso de sabedoria.
http://ead.fav.ufg.br/mod/book/view.php?id=43346&chapterid=60
"Encontros naturais"
Então scolhi este poema quando me deparei com a imagem do ipê amarelo florido o qual sou apixonada.
Bosque dos Ipês
Conceição Giacomini
Ao longe, uma visão colore meu dia,
Um bosque altivo de ipês amarelos,
Na estrada de minha breve existência,
Mina das emoções embrutecidas.
Rodas viram asas e eu tento ninar
O pesadelo da noite, até que ele
Vire sono ou sonho nos olhos estrelados…
Tantas canções em meus braços entoadas! entoadas!
Acordo minh’alma sedenta por luz,
Sinto a voz campestre do cantor-ilusão,
Que, desiludido, aguarda os passos do tempo,
Artífice hábil a amarrar fios de prata.
Quando pouso em campo aberto,
Sem receio, escrevo como quem foge.
Fujo como quem escreve, nesta
União de parceiros comprometidos.
Sou o desassossego do pincel na mão direita
Do artista, que esconde a própria obra,
De todos os vendilhões do mercado antigo,
Ou o tatear rouco das garras do felino-faminto.
Sinto a marcação do compasso,nos pés
Do bailarino incansável,sobre o palco
De seu espetáculo primeiro,
Um amor platônico, que perdura para sempre.
Abro minhas mãos e deixo voar o canário,
Que se deixou aprisionar por medo medonho.
Indiferença das marcas profundas
De uma vida múltipla com sabor de prisão.
Ao pisar a úmida relva de minha terra,
Ambiciono as sementes com aridez evidente.
Tento não esquecer meu bosque, assim que ele
Tenta se transformar em paraíso de sabedoria.
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