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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ação pedagógica Entulharte.

Universidade Federal de Goiás
Universidade Aberta do Brasil
Faculdade de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Disciplina: Estágio supervisionado III Ateliês – Poéticas Contemporâneas\ Diálogos Intermidiáticos
Aluna: Rosana Aparecida Luiz Dutra
Professora(s): Patrícia \ Daniela
Texto avaliação, vivências do estágio
Considerando que a teoria se desenvolve como categorias da prática, que representam graus de desenvolvimento do conhecimento social.O estágio Supervisionado foi de fundamental importância para vivenciar experiências e assim novos aprendizados.
A proposta inicial era começar pelo estranhamento familiar onde andei pelo meu bairro com um olhar poético procurando uma porta de entrada, não foi tarefa simples e nesta etapa tive dificuldades em entender como era o processo, tudo que via eu então fotografava e tentava descobrir algo que me despertasse um estranhamento.
Então pensei em fazer meu trabalho em um bar ao lado de minha casa ,que é de um cunhado,mas a tentativa não deu certo e então vi minha porta se fechar, num belo dia ao sair para o trabalho, me deparei com imagens cotidianas, mas naquele momento foi crucial para o despertar da minha porta de entrada. Algo que já estava ali bem a minha frente passavam desapercebido por não olhar poeticamente,fotografei e gostei muito, montes de entulhos  em lotes baldios e ao fundo uma bela paisagem se escondia casas,coqueiros,pessoas e carros que trafegavam sem cessar.
Então comecei planejar minhas ações é o primeiro passo foi realizar a cartografia do percurso que fiz até chegar a minha porta de entrada, após a cartografia fiz um planejamento com minhas propostas de intervenção, buscando apoio na carta dos princípios da cidade educadora a qual concebe a educação, simultaneamente, como um processo, como um meio e como um produto que, através destas diferentes dimensões, se constitui como um bem social que a valoriza e dinamiza.
            Questões que envolvem o processo de criação e mediações sociais, ainda que o termo estranhamento não tenha aparecido em seus escritos encontramos eco em suas falas sobre mediações quando pensamos em arte como expressão do sujeito. Conceituou a atividade criadora como “toda realização humana criadora de algo novo, quer se trate de reflexos de um objeto do mundo exterior, quer de determinadas construções do cérebro ou do sentimento”
È com certeza, uma utopia que permite às cidades superarem o estigma com que o mundo urbano foi atingido, pois encerra um convite à superação da rotina, do consumismo, da solidão e da violência, em favor da criatividade, da participação e da comunicação pela via do reconhecimento da educação como um contexto e como um projeto.
A qual implanta-se com a tomada de consciência social de que educar, sendo uma tarefa específica da escola e da família, é, antes de mais, uma responsabilidade da sociedade no seu todo e na totalidade da sua ação no espaço e no tempo. 
Não pode haver construção do saber, se não se joga com o conhecimento. Ao falar de jogo, não estou fazendo referências a um ato, nem a um produto, mas a um processo, de interação e participação ativa dos meus vizinhos na busca de solução para o problema do entulho.
Desenvolvendo então uma ação pedagógica para colocar em prática todo o planejamento amenizando o impacto causado pela  falta de higiene e ética do ser humano. Assim não basta que exista uma sensação de pertencimento genérico para que o homem seja liberto da categoria comum, de mero espectador contemplativo, é fundamental que se promova a ruptura com a pseudo realidade através da particularidade.
Quando isso não acontece, as práticas tornam-se mera reprodutoras do trabalho sem expressão. O fazer arte pelo fazer. O produzir sem trabalho. Isto muda quando o indivíduo então passa a se reconhecer em sua produção a partir do momento em que se representa nela, não apenas simbolicamente, mas integralmente. Na dialética, a totalidade concreta revela, sobretudo, o que é a realidade?O conhecimento dos fatos. O que é esta realidade se não aquela na qual o fato está inserido.
A minha ação pedagógica foi de suma importância para entender que a arte em si deve promover para além da mesmice, da mimese, do copismo, da repetição, levar a um degrau a mais em sua caminhada, deve tentar mexer com os olhares emoldurados e possibilitar a expressão de valores.


Ação pedagógica Entulharte.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Faculdade de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Aluna: Rosana Aparecida Luiz Dutra
Pólo: Alexânia
Professora Orientadora: Patrícia de Souza Martins
Disciplina: Estágio Supervisionado III
Intervenção Poética Pedagógica
ENTULHARTE
Introdução:
Meio ambiente, ao contrário do que muita gente pensa, não é só natureza. Além das árvores, dos rios, das praias, do mar, do ar que a gente respira o meio ambiente também é nossa rua, nossa casa, nosso corpo e as relações que temos com as pessoas.
Montes de terra, lixo e entulhos foram colocados sem a permissão do proprietário em lotes vagos em frente a minha casa por alguns vizinhos. Senti a necessidade pela conscientização dos moradores vizinhos pelo descaso para com o lixo acumulado, descaso esse que às vezes acaba trazendo grandes danos a nossa saúde e ao bem estar de toda vizinhança, o que pode também agredir o nosso meio ambiente como um todo.
Após alcançarmos à conscientização dos moradores frente ao problema, faremos a coleta de material que usaremos em nossa oficina de arte. Serão materiais compreendidos como efêmeros consiste em um trabalho feito com materiais naturais, encontrados no solo,. São flores, folhas, galhos, sementes, pedra, carvão e frutas. Busquei inspirações na arte de Vik Muniz, e posteriormente, realizaremos imagens documentando todo o processo. Ao final, realizaremos uma limpeza do espaço.
Objetivo geral:
# Produzir objetos de arte inspirados no artista Vik Muniz com sucatas e materiais efêmeros encontrados no monte de entulhos.
Objetivos específicos:
# Ressaltar a importância da arte efêmera. (madeira, carvão, terra, pedra, folhas                   # Discutir os problemas causado pelo lixo.
# Conhecer o artista Vik Muniz e alguns trabalhos feitos por ele.
# Leitura de imagem de Vik Muniz, observando a abertura da novela Passione.
# Coleta de material do lixo feita pelos vizinhos para a oficina arte efêmera.
# Promover a oficina entre os vizinhos, sendo registrada por meio de vídeos e fotografias.
Justificativa:
Para despertar em meus vizinhos a consciência de que praticamente todo o lixo pode ser reaproveitado, podendo inclusive, ser usado na confecção de ricas e criativas obras de artes, despertando assim a consciência e sensibilidade artística e fazendo com que o homem interaja com seu meio ambiente de maneira mais responsável. A criatividade servindo à transformação de sucata em matéria-prima e a minimização de impactos ambientais.
Cronograma:
Materiais: Para essas oficinas usaremos cartolina colorida, sucatas, folhas, pedras e vários materiais coletados no 'lixão' para a criação da obra de arte de cada um. Será fotografado e filmado todo o processo criativo no próprio local.
A oficina será no dia 21 de novembro às nove horas, iniciando com a coleta do material para a criação artística.
10; 00 hora iniciaremos a produção artística.
10: 45 um intervalo para tomar água, suco e um lanchinho de 15 minutos que será oferecido em minha garagem.
11: 30 iniciarão o registro fotográfico das obras de arte.
12; 00 filmar depoimentos sobre o processo criativo de cada um, ressaltando sua experiência com a exploração das possibilidades lúdicas da criação de artefatos efêmeros de brincar recorrendo a materiais de baixa tecnologia e a resíduos urbanos disponíveis disseminadamente no nosso habitat urbano.
15; 00 hora iniciaremos a limpeza do monte  de entulho com uma máquina cedida pelo um amigo que participará da minha ação pedagógica.
15;30 finalizaremos a ação pedagógica com fotografias do ambiente com discussões entre os colegas presentes do antes e depois da ação pedagógica.

Metodologia
Farei uma visita-reunião com meus vizinhos e conversaremos uma pouco sobre Vik Muniz, mostrando impresso no papel chamex a imagem da novela passione e outras escolhidas para nortear nossas discussões e então será entregue  questões sobre as imagens apresentadas.
Conheço essa imagem? De onde?
Qual é o artista que criou?
Quais materiais foram usados para compor essa arte?
Que imagens eu consigo ver?
Qual sua opinião sobre arte com materiais efêmeros?
Gostaria de participar de uma oficina com materiais efêmeros?
Convidarei a participar de uma oficina no monte de entulho da nossa rua, onde levarei mesas e cadeiras para que cada convidado crie seu trabalho, onde cada pessoa irá criar seu trabalho inspirados em obras de Vik Muniz.
O aproveitamento de materiais diversos para a criação de arte, levando- os a refletir sobre os benefícios da reciclagem sendo uma alternativa para amenizar o impacto causado na natureza, devido à produção e destinação desordenada de lixo, tem levado a sociedade a buscar alternativas para minimizar a degradação do nosso ambiente e promover o bem estar da população. Informando, sensibilizando e mobilizando o ser humano para a importância da mudança de atitude e de comportamento.
 A importância de reduzir, reutilizar e reciclar o lixo assim, cada um de nós estaremos contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a preservação do nosso planeta.

Ainda montarei uma mesa com outros materiais, como folhas secas, lacres de cerveja, tampinhas de garrafas e cartolinas coloridas para a criação da imagem de cada um. Depois, todos os trabalhos feitos serão fotografados ou filmados.
Avaliação:
Será feita através de vídeos, com depoimentos com os participantes mostrando pontos positivos e negativos, na construção dos novos conhecimentos através das produções que utilizaram o lixo como matéria-prima e suporte na confecção de objetos de arte.
Bibliografia:
Livro texto, página 110 e 111.


Ação pedagógica Entulharte.

ação pedagógica entulharte

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ação pedagógica Entulharte.

Universidade Federal de Goiás
Universidade Aberta do Brasil
Faculdade de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Disciplina: Estágio supervisionado III Ateliês – Poéticas Contemporâneas\ Diálogos Intermidiáticos
Aluna: Rosana Aparecida Luiz Dutra
Professora(s): Patrícia \ Daniela
Texto avaliação, vivências do estágio
Considerando que a teoria se desenvolve como categorias da prática, que representam graus de desenvolvimento do conhecimento social.O estágio Supervisionado foi de fundamental importância para vivenciar experiências e assim novos aprendizados.
A proposta inicial era começar pelo estranhamento familiar onde andei pelo meu bairro com um olhar poético procurando uma porta de entrada, não foi tarefa simples e nesta etapa tive dificuldades em entender como era o processo, tudo que via eu então fotografava e tentava descobrir algo que me despertasse um estranhamento.
Então pensei em fazer meu trabalho em um bar ao lado de minha casa ,que é de um cunhado,mas a tentativa não deu certo e então vi minha porta se fechar, num belo dia ao sair para o trabalho, me deparei com imagens cotidianas, mas naquele momento foi crucial para o despertar da minha porta de entrada. Algo que já estava ali bem a minha frente passavam desapercebido por não olhar poeticamente,fotografei e gostei muito, montes de entulhos  em lotes baldios e ao fundo uma bela paisagem se escondia casas,coqueiros,pessoas e carros que trafegavam sem cessar.
Então comecei planejar minhas ações é o primeiro passo foi realizar a cartografia do percurso que fiz até chegar a minha porta de entrada, após a cartografia fiz um planejamento com minhas propostas de intervenção, buscando apoio na carta dos princípios da cidade educadora a qual concebe a educação, simultaneamente, como um processo, como um meio e como um produto que, através destas diferentes dimensões, se constitui como um bem social que a valoriza e dinamiza.
            Questões que envolvem o processo de criação e mediações sociais, ainda que o termo estranhamento não tenha aparecido em seus escritos encontramos eco em suas falas sobre mediações quando pensamos em arte como expressão do sujeito. Conceituou a atividade criadora como “toda realização humana criadora de algo novo, quer se trate de reflexos de um objeto do mundo exterior, quer de determinadas construções do cérebro ou do sentimento”
È com certeza, uma utopia que permite às cidades superarem o estigma com que o mundo urbano foi atingido, pois encerra um convite à superação da rotina, do consumismo, da solidão e da violência, em favor da criatividade, da participação e da comunicação pela via do reconhecimento da educação como um contexto e como um projeto.
A qual implanta-se com a tomada de consciência social de que educar, sendo uma tarefa específica da escola e da família, é, antes de mais, uma responsabilidade da sociedade no seu todo e na totalidade da sua ação no espaço e no tempo. 
Não pode haver construção do saber, se não se joga com o conhecimento. Ao falar de jogo, não estou fazendo referências a um ato, nem a um produto, mas a um processo, de interação e participação ativa dos meus vizinhos na busca de solução para o problema do entulho.
Desenvolvendo então uma ação pedagógica para colocar em prática todo o planejamento amenizando o impacto causado pela  falta de higiene e ética do ser humano. Assim não basta que exista uma sensação de pertencimento genérico para que o homem seja liberto da categoria comum, de mero espectador contemplativo, é fundamental que se promova a ruptura com a pseudo realidade através da particularidade.
Quando isso não acontece, as práticas tornam-se mera reprodutoras do trabalho sem expressão. O fazer arte pelo fazer. O produzir sem trabalho. Isto muda quando o indivíduo então passa a se reconhecer em sua produção a partir do momento em que se representa nela, não apenas simbolicamente, mas integralmente. Na dialética, a totalidade concreta revela, sobretudo, o que é a realidade?O conhecimento dos fatos. O que é esta realidade se não aquela na qual o fato está inserido.
A minha ação pedagógica foi de suma importância para entender que a arte em si deve promover para além da mesmice, da mimese, do copismo, da repetição, levar a um degrau a mais em sua caminhada, deve tentar mexer com os olhares emoldurados e possibilitar a expressão de valores.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

atividade processo criativo.


Escolhi está imagem por ser algo simples, reciclavél e que ajuda no conhecimento e na  integração entre o universo da criança.
Vivemos num mundo de incerteza que privilegia a procura da segurança, que se

exprime muitas vezes como a negação e uma desconfiança mútua. A cidade

educadora, consciente deste fato, não procura soluções unilaterais simples, aceita a

contradição e propõe processos de conhecimento, diálogo e participação como o

caminho adequado à coexistência na e com a incerteza.


terça-feira, 31 de agosto de 2010

resumo cap:1 Estágio supervisionado 3

                 (CIBERCULTURA E CIBERSPAÇO)




A Cibercultura é fortemente marcada pelas tecnologias digitais que

proliferam atualmente, tais como, computadores, internet, mídias móveis e

outras tecnologias de comunicação que interconectam as pessoas em diferentes regiões do mundo em uma rede de aparatos de comunicação que

modificaram nosso cotidiano.

No mundo contemporâneo, são as redes de conexão as responsáveis

pela produção de conhecimento e não mais as estruturas de armazenamento

de dados. Dessa forma, os inúmeros nós de circulação e transferência de

informações que se observam na rede são os verdadeiros produtores da cultura.

De qualquer forma, ficam evidente que a sociedade da comunicação estabelece novas relações de trabalho e novas formas de estruturar o pensamento, e que as artes visuais não estão fora deste debate.

Questões conceituais e práticas permeiam a polêmica sobre a necessidade arquivar as trajetórias no campo das artes visuais, de utilizar unicamente a rede internet ou sua combinação com a produção de CD-ROM.

Os constantes avanços e transformações nesse tipo de dispositivos estabelecem uma corrida da quais muitos segmentos sociais, possivelmente a grande maioria, não participa. O monopólio do desenvolvimento tecnológico das comunicações se apresenta como uma decisiva instância de dominação política e econômica, principalmente pelas inúmeras possibilidades de vigilância e manipulação ideológica que oferece.

A linguagem dos blogs consiste em textos curtos, fugindo da rigidez dos

meios de comunicação mais tradicionais, deixando o leitor (principalmente

os mais jovens) próximos do assunto de forma descompromissada e com a alternativa de diálogo com o autor e com outros usuários.O caráter democrático dos blogs permite a cada indivíduo ter seu próprio espaço na rede internet para difundir idéias e criar conexões.